quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Da janela


Às vezes, faço desenhos nos vidros, como os putos.



Fico a ver o escorrido do quente dos meus dedos, deslizando...


E a água escorre mais, onde eu mais parei o dedo.



Depois, continua a existir um limoeiro lá fora.
.

11 comentários:

  1. lindo, talento mostra-se brincando,beijos

    ResponderEliminar
  2. És o máximo Mena!
    Brincas e crias imagens artisticas duma grande beleza! E esse limoeiro iluminado que enche de dourado as tuas obras é a melhor luz que podes ter!
    Bj Mena

    ResponderEliminar
  3. Ainda bem que há um limoeiro no fim do dedo... e a máquina para fotografar o efémero.

    ResponderEliminar
  4. Arte simples e natural. Lindo.
    Eu nas janelas nunca faço nada tão bonito...às vezes,dá-me para simplesmente escrever um nome ou um coração tolo :)

    Jocas gordas
    Lena

    ResponderEliminar
  5. E vá lá...

    que tens uma mánica fotográfica...

    Bjs

    ResponderEliminar
  6. Mena,
    Estão fantásticos e muito artisticos estes desenhos feitos com a húmidade instalada nos vidros.
    Bjs.

    ResponderEliminar
  7. O CAMINHO DA CRUZ
    A cruz tem seu caminho,
    sem fuso horário e areia de ampulheta –
    na fita do asfalto,
    no brejo, no pântano,
    dentro das rochas mais duras,
    na poeira da estrada,
    no meio do povo com suas pessoas...
    O caminho da cruz não tem roteiro fixo,
    não oscila como pêndulo de relógio,
    não começa nem termina no Calvário
    nem acompanha a elipse dos astros...
    Transcende a terra e o infinito
    e segue além da Vida
    com seus braços abertos
    e uma razão de querer e de existir –
    o coração batendo sem ousar morrer!


    ******FELIZ PÁSCOA

    ResponderEliminar