terça-feira, 31 de março de 2009

domingo, 29 de março de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009




Foi um mimo da Ellen, que agradeço.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Lendo

no arrabisca
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sábado, 21 de março de 2009

Vermelho

são mínimas...
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vivem muito pouco depois de florir...
Mas o vermelho é deslumbrante!
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quinta-feira, 19 de março de 2009

Azul

(Só quero partilhar este azul..)
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terça-feira, 17 de março de 2009

Papoila

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domingo, 15 de março de 2009

Desejo

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desejo de fugir,

de possuir


e possuir...


desejo de ir


e ficar...

Desejo:
caminho feito de pontos de recta...
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quarta-feira, 11 de março de 2009

No quintal

! ficou tudo amarelo !



quando se pensou ...


em cortar o limoeiro.

(menos ela, já inventando voo de borboleta nesta Primavera...)

E esta, acordando as abelhas!

(Cheira-me a tempo bom...)

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domingo, 8 de março de 2009

Mimosas

(Estamos mesmo na altura certa.
A Primavera já anda no ar.
Turistas( yes!) ainda os vemos pouco.
Que tempo bom! )
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quarta-feira, 4 de março de 2009

BÓBI, o galheteiro

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Neste sítio que frequento com a necessária assiduidade, é ternamente denominado de Bóbi.
Fica ao nosso lado, fiel e obediente, durante todo o tempo em que nos esticamos no cadeirão.
O Bóbi incorpora uma máquina rectangular, com números e botões, ligada ao coração por 3 eléctrodos.
O Bóbi incorpora um galheteiro, onde se penduram os temperos, fundamentais à boa salada.
O Bóbi tem de 6 a 8 patas, com rodas, que se movem a 360 graus, e nos levam à casa de banho.
O Bóbi segue-nos sempre, cegamente.
O Bóbi não ladra, apita!
Apita insistentemente, sem alterar o tom, ao menor sinal de alarme!

(Demora, o tempero… E sem certezas de uma boa salada!)

Na hora de ir para casa, muito gostaria eu de o ver abanar a cauda, ou falar em linguagem de cão!
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(porta 1. sala 5.em projecto.)

segunda-feira, 2 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

"Solilóquios carecas"


"Caraças de cabelo o meu
Que raio de pelo
Valia mais tapá-lo
Disse-me eu
Valia mais cortá-lo
Disse-me ele
(o meu cabelo, claro)
Cortei-o
À escovinha
Nem a largura de um dedo
Soldado raso, parecia eu
Choveu
Deu um frio danado
A falta que me fazia o marafado
Nem penses que eu não cresço
Nem um dedo
Dizia-me ele
(o meu cabelo, pois)
Hoje decidi-me
De hoje e para todo o sempre
De hoje até à eternidade
Depois que desapareçam as estrelas
Depois que sejam só buracos negros
Anãs brancas
Dessas coisas estranhas
Hoje mesmo, tapo-o
Arrumo este malvado
Compro um monte de chápéus
Com abas
Com fitas de cores
Toucas
Boinas
Bonés à Corto Maltese
Cofiós dos negros
Fofos em palhinhas finas
Cinzentos, azuis
Vermelhos, pretos
E verdes
Chapéus verde alface com plumas
Sim, cabelo meu
Fica sabendo
De hoje para a frente
Nem um pelo deixo ver-te
Ficas tão airosa de chapéu
Disse-me ele
(o meu cabelo,
quem havera de sê-lo?!)"
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(o cabelo é meu, o poema, da Fátima)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Do Carvalhino


(os cogumelos)




(e as flores)



domingo, 22 de fevereiro de 2009

sábado, 21 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Lógica


(se o batente não cabe na porta, a porta ajusta-se ao batente)
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Batente (II)

(Mãos de Ftama?
Vizinhas, frente a frente numa mesma rua)
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Tocar à porta do vizinho, era pegar nesta mão.
A batida ressoava por todo o interior da casa, levada em eco pelo maçico da porta.
Antes da invenção das "campainhas".